sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Olá.

Eu nao sei se vcs leram, mas coloquei um numero de comentários pra eu postar o próximo '-' Enfim, o capitulo tá pronto já kkk Só vcs comentarem, q posto. Cara, love me like you do é perfeita... enfim, nao liguem kkk Xoxo :#

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Dont Forget (31) - Ela precisa de você


Bom, vou fazer o seguinte: vou colocar limite de comentários e vou fazer a segunda temporada. Se nem isso resolver, eu acabo com a história. Ah, e nao vai dar pra responder hoje. E desculpa quem pediu, mas não vou voltar com Be Alright. Talvez um dia eu volte a postar. Xoxo. Segue o capitulo: 
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Cumprimentei os dois e me sentei com a Jazzy do meu lado.
- Jazzy? – Chamei por ela e ela olhou pra mim. – Não quer brincar ali na piscina de bolinhas? – Perguntei pra ela baixo. E tinha uma ali no restaurante.
- Quero!
- Pai, a Jazzy quer ir na piscina de bolinhas.
- Leva ela lá. Quando a comida chegar chamo vocês. – Assenti, falei pra ele qual prato eu queria e levei ela até lá. Agradeci mentalmente pela minha irmã ainda ser pequena. Assim não preciso aguentar o mala do Lucas por um tempo.
A minha felicidade durou pouco quando vejo o imbecil vindo com o Jaxon no colo. Isso é perseguição, não acham?
- Jaxon também queria vim.
- Pode deixar que eu cuido dos dois.
- Cara, qual teu problema comigo? – Todos.
- Nenhum, que eu saiba.
- Você nem olha na minha cara.
- Hm.
- É por causa da Emily, né? – Olhei pra ele.
- Man, não intromete ela na história.
- A gente continua se falando.
- Que bom pra vocês.
- Você tá morto de ciúmes. – Ele disse e riu fraco.
- Volta pra mesa, sério.
- Calma, bro. Relaxa. – Eu to tentando, viado dos infernos.
- Meus irmãos tão aqui, cara.
- Você não brigaria na frente né?
- Isso é algum tipo de provocação?
- Você quem sabe. – Cerrei meu punho e ouvi a voz do meu pai.
- Já serviram o almoço. Venham comer. – Peguei a Jazzy e o Jaxon e os levei pra mesa. Comemos. Todo mundo ficou conversando, exceto eu e o Lucas que só nos encarávamos. – Tá tudo bem, filho? – Meu pai perguntou depois de perceber o clima tenso.
- Tá sim. – Continuamos comendo e eles conversando normalmente.
- Boo Boo?
- Fala, princesa.
- Você vai embora quando?
- Acho que amanhã ou hoje a noite.
- Não quero que você vá. – Ela disse fazendo uma carinha de choro e me deu um aperto no coração.
- Quer ir comigo? Eu te levo pra um monte de lugar.
- Vai me levar mesmo?
- Se o pai deixar. – Ela sorriu e começou a dar uns pulinhos. – Vou falar com ele em casa, ok. – Ela fez que sim com a cabeça e continuou comendo. Todos terminaram de comer e eles resolveram continuar conversando. Bacana...
- Pai, posso levar meus irmãos pra dar uma volta?
- Pode. Mas o Jaxon tá comendo ainda.
- Não, tudo bem. Vamos eu e a Jazzy então.
- Vocês vão direto pra casa?
- Acho que sim. Qualquer coisa eu te ligo. – Ele assentiu e eu tirei a Jazzy da cadeirinha.
- Onde a gente vai? – Ela me perguntou assim que saímos do restaurante.
- Não sei. Você escolhe.
- A gente pode ir no parquinho?
- E depois comer torta?
- Pode ser sorvete de chocolate com cobertura de caramelo? – Eu ri fraco.
- Pode. – Coloquei ela no banco de trás do carro e fui até o tal parquinho.
- Boo Boo, a gente pode ir na roda gigante? – Ela perguntou quando entramos no parque.
- Claro que pode. Vai querer ir na xicara depois?
- Sim! – Ela disse pulando. Levei ela até uma barraquinha primeiro e comprei um algodão doce pra mim e outro pra Jazzy, já que eu sabia que ela iria pedir. E eu gosto ok?
Enfim, fomos em todos os brinquedos. Adoro passar tempo com os meus irmãos.
Chegamos em casa já tinha anoitecido.
- Nossa, pensei que não iriam demorar. – Disse meu pai sorrindo.
- Fomos no parque.
- Meu Deus! O que aconteceu com você? – Erin entrou na sala quase desesperada vendo o estado da Jazzy depois de comer o sorvete com caramelo. – Vem cá, amor. Você precisa de um banho. – Ela levou a Jazzy lá pra cima.
- Pai, posso falar com você?
- Claro que pode. – Nos sentamos no sofá.
- Deixa eu levar a Jazzy pra passar um tempo comigo?
- Ela é pequena, Justin.
- Eu sei né, pai. Mas minha mãe me ajuda a cuidar dela.
- Você vai quando?
- Eu ia hoje a noite, mas vou amanhã de manhã.
- Vai dormir na sua vó hoje? – Fiz que sim com a cabeça. – Eu sei que você não passa muito tempo com os seus irmãs, mas uma semana ok? – Sorri.
- Claro. – Ficamos conversando durante mais um tempo. Meu pai subiu pra falar com a Erin. Logo depois os três tavam descendo já com a mala da Jazzy. Subi pra dar um beijo no Jaxon que já tava dormindo e desci de novo. Fui em direção ao meu carro segurando a mão da Jazzy com o meu pai e a Erin vindo atrás.
- Justin, qualquer coisa me liga.
- Tudo bem, Erin. – Nos despedimos e fomos pra casa dos meu avós. Chegamos lá e a Jazzy já tava dormindo. Só tava a minha mãe na sala.
- Oi, mãe. – Ela virou pra mim. – Pega minha mochila e a mala da Jazzy no carro, por favor? – Ela assentiu e eu subi as escadas, deixando a Jazzy dormindo na minha cama. Desci de novo e meu celular começou a tocar.
*Ligação on*
- Oi. É a Emily. Tentei te ligar hoje, mas você não me atendeu.
- Ah, oi, Emi. É que eu passei o dia com a Jazzy. Desculpa.
- Por nada.
~Silencio~
- Justin, por que me ligou mais cedo?
- Nada não. – Podia imaginar a careta que ela tá fazendo. – Só pra... falar com você.
- Ah...
- A Jazzy vai ficar uma semana comigo.
- Viajando?
- Não. To de folga essa semana.
~Silencio de novo~
- As vezes falar com você é tenso. – Ela disse e eu ri fraco.
- Só por que discutimos ontem?
- Ahn... talvez.
- Vi teu amigo hoje.
- De novo com isso, Justin?
- Não. To só comentando. Relaxa. E ele é escroto.
- Deixa o menino em paz.
- Ele que devia me deixar em paz.
- E o que ele fez pra você?
- Ficou querendo fazer ciúme.
- Que fofo. Você com ciúme de mim.
- Não to com ciúme de você.
- Aham, claro. – Ela disse rindo.
- Ah, poxa. E como foi quando você chegou em casa?
- Normal ué. – Ela disse com a voz um pouco estranha e eu já tava imaginando o que aconteceu.
- Ér... e sua mãe?
- Não vi ela hoje.
- Seu pai?
- Sei lá dele.
- Posso passar ai com a Jazzy amanhã?
- Claro que pode. Eu vou dormir agora, ok?
- Ok. Eu te ligo quando chegar no aeroporto amanhã.
- Tudo bem. Vai almoçar aqui?
- A gente podia sair pra almoçar amanhã.
- É... pode ser. Boa noite, Justin.
- Boa noite, Emi.
*Ligação off*
Eu sabia que alguma coisa desse tipo ia acontecer. A Emily é, praticamente, órfã. Sabe aquela pessoa que os pais não querem nem saber da vida? Então, é ela. E eu fico puto com isso.
- Tudo bem, filho?
- Claro, mãe.
- Parece preocupado.
- Nada demais.
- Tem a ver com a Emily de novo? – Concluí que minha mãe tem uma bola de cristal.
- Na verdade, tem sim. Mas são as mesmas coisas de sempre.
- Ah tá. Os pais dela né? – Fiz que sim com a cabeça. – A Emily tem problemas demais.
- É.
- Ela precisa de você.
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5 comentários 

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Don't Forget (30) - Idiot


Cantamos o parabéns pra Jazzy e fiquei mais um tempo conversando com o Chaz. Depois resolvi ir embora. Procurei o Justin pra dar tchau pra ele, mas não o achei. Cheguei no hotel, tomei banho e me joguei na cama. Meu celular apitou avisando que tinha mensagem, e eu peguei pra ver quem era.
Adorei te conhecer. Quero te ver mais vezes. Lucas ;)”.
Mas oushe. Como ele conseguiu meu telefone? Mas enfim, respondi.
“Aww. Tbm adorei. Xoxo.”
“A gente podia sair amanhã antes de vc ir.”
“Já comprei as passagens pra de manhã...”
Mentira básica...
“Ah, tudo bem. Boa viagem, então.”
“Obg.”
Meu celular apitou de novo.
“Não vai ficar sem falar comigo né?”
“Ñ vai ficar s/ falar cmg né?”
Achei estranho ter duas. Aí vi quem tinha mandado. Era o Lucas de novo. E a toda abreviada era do Justin. Pra ele abreviar tudo, devia tá bravo. Respondi o estressadinho do Justin primeiro.
“Eu não dei tchau pra vc porque não te achei.”
“Hm. Qm era teu novo amg?”
“Ele é sobrinho da Erin. E ele não é meu amigo.”
“Parecia. Ficaram?”
Ele tá de brincadeira comigo? E eu odiava quando ele escrevia assim. Abreviando tudo. Ele devia tá com ciúmes. Mas não tem motivo pra isso.
“Lógico que não.”
“Pq ‘lógico’?”
“Eu te disse q queria um tempo pra mim.”
“Diz a msm coisa p ele então. Pq ele pediu teu tel pra mim.”
“E vc passou né?”
“Ñ podia?”
“Idiota.”
“Ñ me chamo Lucas.”
“Para de pirraça, Justin.”
“Ñ to de pirraça. To falando a vdd.”
“Para de abreviar tudo que tá me irritando.”
“Vc se irrita mt fácil.”
“Vc é ridículo, sem maldade.”
“Já te disse. To apenas falando a vdd.”
“Ah, claro.”
“To falando sério. E ñ sabia q vc tava de tpm.”
Depois dessa eu me recusei a responder. Aí lembrei que deixei o coitado do Lucas no vácuo.
“Pq eu ficaria sem falar com vc?”
“Já achei q ia me deixar falando sozinho k”
“Não, poxa. Eu tava ocupada aqui. Só isso.”
“Ah tá. Acho q teu amigo não gosta mt de mim.”
“Quem? O Bieber?”
“Aham. Assim, eu pedi seu telefone pra ele. Ele ficou estranho.”
“Ele é um idiota.”
“Tá né kkkk Se vc tá dizendo.”
“kkkkk Lucas, vou arrumar minha mala.”
“Td bem. Acho q vou dormir, então. Boa noite.”
“Boa noite.”
Dessa vez não menti. Arrumei minha mala e deitei na cama. Eu tava morrendo de sono. E amanhã, depois do café da manhã, eu iria voltar pra casa. Adormeci rapidamente.
Acordei com o alarme do meu celular apitando pra eu não perder o café da manhã do hotel. Levantei, me arrumei e desci pra tomar café. Subi de novo, peguei minha mala e desci pra pagar o hotel. Assim fiz e chamei um táxi, indo direto pro aeroporto.
Finalmente Los Angeles! Eu tava animada. Queria chegar em casa logo. Porém, como minha irmã tá trabalhando, eu achei que minha mãe ia me buscar no aeroporto. Mas to alone. Tive que pegar outro táxi e ir pra casa. Cheguei lá e abri a porta. Tava mó silêncio.
- Mãe? – Fiquei esperando ela responder e nada. – Pai? – Nada também. Fui até a cozinha.
- Oi Lucy. – Disse e a abracei.
- Oi menina. Que saudade de você. – Ela disse e beijou minha bochecha.
- Também tava com saudade. Cadê todo mundo?
- Seus pais não estão, Emily. Seu pai foi trabalhar e sua mãe eu não sei. – Ela disse e eu forcei um sorriso. – Já to fazendo um almoço pra você.
- Que bom, porque to morrendo de fome. – Eu disse e ela riu fraco.
- Sabia que você ia chegar com fome. Tem doce na geladeira, se quiser.
- Pavê?
- Claro. – Abri a geladeira e acho que meus olhos brilharam quando vi aquela tigela cheia de pavê. – E o Bieber? – Parei de comer e olhei pra ela. – E seu nariz tá sujo.
- O que tem ele? E obrigada. – Disse limpando meu nariz.
- Tá todo mundo falando que vocês tão juntos.
- Ah, não. Não estamos juntos.
- Mas vão ficar? – Ela disse divertida.
- Não sei. Não sei nem se vou tá viva amanhã.
- Que horror, menina. – Ela disse arregalando os olhos e eu ri. – Vai sair hoje?
- Acho que não. To com preguiça de ir até a esquina, imagina sair.
- Já ia esquecer de te avisar. O Bieber ligou e perguntou se você já tinha chego. – Mas ele nem ligou no meu celular.
- Ah ok. Daqui a pouco eu ligo pra ele de volta.
- Não tem nada né? – Ela disse rindo.
- Lucy!
- Ok. Parei já. – Ela levantou as mãos em forma de rendimento.
~Justin on~
Depois que a Emily foi embora, o querido sobrinho da Erin veio até mim.
- Oi Bieber.
- Oi.
- Me passa o número da Emily? – Ele tá de brincadeira comigo? Ryan ficou olhando pra minha cara do tipo “não faz merda”.
- Anota ai: XXX-XXX-XXX.
- Obrigado. – Ele disse e saiu.
- Esse menino tá pedindo pra apanhar.
- Não vai querer arrumar briga com ele na festa da sua irmã né? – Ryan falou pra mim.
- Lógico que não.
- Bro, pelo menos para de encarar o moleque. – Eu não me movi. – Vamos pegar algo pra beber. – Ele disse e foi me arrastando dali. – Você tem que controlar seu ciúme. - Ryan disse enquanto nos sentávamos.
- A culpa não é minha se a Emily não quer voltar comigo, mas fica de gracinha com qualquer um. – Ele riu fraco. – Que foi?
- Nada, Justin, nada.
- Fala logo.
- Dá um tempo pra Emily. Ela acabou de sair de um namoro horrível. Deixa a menina respirar um pouco.
- 3 anos, Ryan.
- De que?
- Que a gente terminou porra. Acho que já é tempo o suficiente.
- Eu não to falando que é pra ela dar um tempo de vocês dois. Eu to falando que ela precisa dar um tempo em namoros. E isso inclui você.
- Ela ia voltar comigo.
- Então por que não voltou?
- A gente já tinha voltado, na verdade. E eu vim aqui ver o meu pai e os meus irmãos com ela. Saímos pra dar uma volta com a Jazzy e fui deixar ela dormindo no quarto quando voltamos. Eu não sabia que a Selena ia vim pra cá também. Ela me beijou e a Emily viu.
- Então, vocês não tão se falando?
- Estamos. Ela acreditou em mim, mas ficou com frescura depois disso.
- Relaxa, Justin. Ela disse que não queria voltar com você?
- Não.
- Então. Só dá um tempo pra ela. – Assenti.
A festa da Jazzy acabou e eu iria dormir lá. Todos os convidados já tinham ido embora, inclusive o Ryan. Eu já tinha tomado banho, estavam todos dormindo e eu tava tentando fazer o mesmo. Peguei o celular e mandei mensagem pra Emily.
“Ñ vai ficar sem falar cmg né?”
“Eu não dei tchau pra você porque não te achei.”
Eu não sumi.
“Hm. Qm era teu novo amg?”
“Ele é sobrinho da Erin. E ele não é meu amigo.”
Ah, claro que não.
“Parecia. Ficaram?”
Tive que perguntar, desculpem.
 “Lógico que não.”
“Pq ‘lógico’?”
“Eu te disse q queria um tempo pra mim.”
“Diz a msm coisa p ele então. Pq ele pediu teu tel pra mim.”
“E vc passou né?”
“Ñ podia?”
“Idiota.”
“Ñ me chamo Lucas.”
“Para de pirraça, Justin.”
“Ñ to de pirraça. To falando a vdd.”
“Para de abreviar tudo que tá me irritando.”
“Vc se irrita mt fácil.”
“Vc é ridículo, sem maldade.”
“Já te disse. To apenas falando a vdd.”
“Ah, claro.”
“To falando sério. E ñ sabia q vc tava de tpm.”
Depois dessa ela não me respondeu mais. Aproveitei e fui dormir.
Acordei sentindo algo pulando em mim. Abri um olho e era  Jazzy.
- Jazzy, para de pular em mim e me deixa dormir.
- Papai falou que vamos almoçar fora.
- Que horas são, princesa?
- Não sei. – Ela disse e deitou do meu lado. Peguei meu celular na cabeceira da cama e virei, ficando de barriga pra cima. Ela veio e fez a minha barriga de travesseiro, apoiando a cabeça. Eram 11h00.
- O pai podia deixar a gente dormir mais um pouco.
- Eu to com sono.
- Então, vamos continuar dormindo. – Puxei ela um pouco mais pra cima de mim e logo adormeci de novo.
Acordei com a voz do meu pai no quarto.
- Jazzy, eu falei pra você chamar seu irmão.
- Mas eu chamei.
- Ele ainda tá dormindo. E você também tava né. Quero só ver quando a sua mãe ver sua roupa amassada.
- Ela me chamou, pai. Eu que voltei a dormir.
- Então, levanta logo que a gente tem horário marcado lá.
- Tá. – Disse e levantei. Me arrumei. Desci e fomos em direção ao restaurante. Enquanto o meu pai falava com a recepcionista sobre a mesa, eu liguei pra casa da Emily.
*Ligação on*
- Alo. Quem fala?
- Lucy? É o Justin. A Emily já chegou?
- Ainda não. Ela deve tá chegando.
- Ah tá. Avisa pra ela me ligar, por favor?
- Pode deixar que eu aviso.
- Ok, obrigado. Beijos.
- Beijos.
*Ligação off*
O meu dia tava bom demais pra ser verdade. Eu achava que só eu, meu pai, meus irmãos e a Erin que iriamos almoçar. Mas não. O irmão dela e o filhinho dele foram também. O “filhinho” é o Lucas. Po, bacana. Vou ter que aguentar esse menino por 01 hora e meia, ou até 02 horas.

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Gente, eu nao sei mais o q fazer. Pura da verdade. Sabe, depois q excluiram a minha história no Nyah, eu fiz um blog só pra vcs nao ficarem sem a fic. E tipo, VÁRIAS leitoras minhas sumiram. Eu sabia q algumas iam sumir. Mas po, só uma aparecer é dificil né. Nao to fazendo drama cara, mas to decepcionada pra caralho. Sem exagero nenhum. Eu nao sei se continuo mesmo a história e termino ela logo. Ou se faço o plano q eu tinha pensado. Q era ter uma segunda temporada. Sinceramente, deixo na mão de vcs. Quem quiser uma segunda temporada comenta, qm nao quiser nao precisa nem aparecer. Xoxo.
Respondendo:
Izabela: Awnnn obg, linda =') Xx.

sábado, 3 de novembro de 2012

Be Alright

Bom, eu vou parar de postar (: Nao queria fazer isso, mas vlh, nao preciso dizer por que né. Só nao faço isso com Don't Forget pq eu realmente gosto de escrever e nao acho justo fazer isso com a Amanda, com a Beatriz e com Izabela... Enfim, xoxo.

Don't Forget (29) - Jealousy


- Vamos descer, Jazzy? Tem doce lá em baixo. – Justin falou e ela sorriu e saiu saltitando pela porta. – Vai descendo que eu já vou. – Ele disse e entrou no quarto.
- Tá usando a sua irmã pra eu te perdoar ou é impressão minha?
- Impressão sua. Não achei que ela ia perguntar pra você. E alias, eu não fiz nada de errado. - Ri irônica.
- Não vamos falar disso aqui, ok? – Levantei e fui até a porta.
- Po, Emily, acredita em mim.
- Eu to tentando, ok? Juro que to.
- Então por que não acredita? – Ele disse levantando as mãos.
- Eu não sei. – Ele se aproximou de mim e colocou as duas mãos nas minhas bochechas.
- Eu amo você. Eu não cantaria “I will try to fix you” pra magoar você. Alias, seria irônico, não seria? – Sorri de lado.
- É, seria. – Ele grudou a testa dele na minha, fechando os olhos.
- Acredita em mim? – Ele sussurrou. Segurei nas mãos dele.
- Acredito. – Ele sorriu ainda de olhos fechados.
- Mesmo?
- Uhum. – Me afastei um pouco dele. – Vamos descer? – Ele me olhou estranho.
- O que foi agora, Emily? – Ele perguntou parecendo tentar manter a calma.
- Eu... você sabe que eu vou voltar pra casa depois daqui, não sabe?
- Sei. – Ele disse continuando com a mesma cara confusa.
- E como vai ser quando a gente ficar longe? – Ele fez uma cara de “WHAT?”.
- Como tá sendo ué. A gente tá se vendo quase toda hora. Você tá me enrolando, Emily. Fala logo o que é.
- Acho que preciso de um tempo pra mim. Não sei. Eu to confusa. – Sabe quando sua vida tá uma bagunça? Que você não sabe o que fazer, fica completamente desesperada e só tem vontade de chorar? Eu tava assim.
- Eu vou fazer o que você quiser. Se algum dia você quiser voltar, eu vou tá aqui. – Ele disse irritado e saiu pela porta. Eu só to fazendo merda, em relação ao Justin, ultimamente. Mas, mesmo com ele, eu não to “pronta” pra um relacionamento tão cedo. Podem me xingar ou achar que é frescura, mas o que o Josh fez pra mim, me afetou. E muito.
Depois de um tempo parada, eu voltei pra Terra e eu percebi que tava sozinha no meio do quarto da Jazzy ainda. Desci e já tinha bem mais crianças correndo pela casa do que quando eu cheguei. Justin tava num canto conversando com um menino que eu não conhecia. Fui pra tipo um balcão onde só tinha adultos e salgados. Fiquei lá comendo por um tempo. Um menino um pouco parecido com o pai da Erin sentou do meu lado.
- Dia difícil? – Ele perguntou.
- Tá tão visível assim? – Disse rindo fraco.
- Um pouco. – Ele disse receoso. – Tá, foi mal.
- Sem problemas.
- Já conhecia o Bieber antes da fama?
- Sim. Estudamos juntos. Você é irmão da Erin?
- Não. Sobrinho. Ah, meu nome é Lucas.
- Prazer. Emily.
- Quer dar uma volta?
- Pode ser. – Ah qual é. Tava mó tédio lá. E ele é bonitinho. Mas não, não vou ficar com ele.
~Justin on~
Emily acreditou em mim, finalmente. Era pra eu tá bem, pra tudo tá bem. Só que ela não quer voltar. Ela disse que precisa de um tempo pra ela. Eu até entendo, com tudo que aconteceu quando ela tava com o Josh, mas ela sabe que eu seria incapaz de fazer algo parecido com ela ou com qualquer outra mulher.
Eu tava sentado, lá em baixo já, conversando com um primo meu, quando vejo que ela já tinha descido e tava sentada na mesa de salgados. O sobrinho da Erin resolveu sentar do lado dela. Não contente com isso, ele tava dando em cima dela. Isso era óbvio! O mais “divertido” é que a Emily tava gostando. Bacana. Mas isso não foi o pior.
O pior foi quando os dois saíram pra “dar uma volta”. Bom, sabemos no que essa volta vai resultar.
~Emily on~
Eu e o Lucas fomos pro jardim que tinha lá. Não tinha quase ninguém. Na verdade, não tinha ninguém. Mas claro que dava pra ouvir o barulho lá de dentro da casa.
- Gosta de festa de criança?
- Quem não gosta? – Disse e rimos fraco. – Os doces são os melhores.
- Isso sem duvida alguma. Emily, não me leva a mal, mas por que ele batia em você?
- Ciúmes.
- Ele é meio... estranho.
- “Meio”? Bem ingênuo você. – Ele riu.
- Ouvi dizer que você vai tirar férias depois do que aconteceu.
- É. Vai ser bom pra mim.
- Vai voltar pra casa quando?
- Amanhã.
- Você podia ficar mais um pouco.
- Eu ando precisando da minha casa.
- Entendo...
- Você mora por aqui?
- No final dessa rua. Você morava em Stratford né?
- Sim.
- Era legal morar lá?
- Acho que é a mesma coisa daqui, já que são cidades vizinhas. – Ficamos conversando durante um tempo e depois entramos. Assim que botei o pé dentro da casa de novo, vi o Justin me olhando feio. Eu ia ter que ficar no tédio, sozinha e quase chorando na frente de todo mundo, é isso? Lucas foi pra um lado e voltei pra onde eu tava antes. Já tava algum tempo lá, quando sinto duas mãos nos meus olhos. Virei pra trás e as mãos saíram do meu rosto e dou de cara com o Chaz.
- Oi! – Disse abraçando ele. – Não sabia que você iria vir.
- Eu já imaginava que você tava aqui. Bom, acho que você voltou com o Justin.
- Ér... não.
- Vocês brigaram?
- Também não.
- O que aconteceu, então? – Ele disse sentando do meu lado.
- Eu to confusa, sei lá. Tudo o que aconteceu me deixou com receio de relacionamentos. Eu só espero que o Justin realmente entenda isso.
- Ele vai entender. Só acho que ele ficou com ciúmes do ser humano ali. – Ele disse apontando discretamente pro Lucas.
- Ciúmes de que? – Ele fez cara de tédio pra mim. Ri fraco. – Tá. Já entendi. Mas não tem motivo pra ficar com ciúmes.
- Você conhece o Justin, Emily.
- Somos complicados. Mas enfim, e você e a Ash?
- Ela tá sem falar comigo. E não me pergunte o por que.
- Ashley é estranha. – Disse e ri. – Ela não vai vim hoje?
- Não, porque se ela viesse, ela teria que voltar comigo. – Eu ri. – Mas acho que sei porque ela tá brava.
- Que merda você fez?
- Eu? Nenhuma. Eu só fui agarrado na porta da minha casa.
- Oushe. Por quem?
- Uma vizinha minha.
- Ela é bonita?
- É. Mas mesmo se eu quisesse ficar com ela, eu não faria isso na frente da minha casa, sabendo que a Ashley podia chegar a qualquer momento. – Ficamos conversando por mais um tempo até dar a hora do bolo. Justin tava todo estressadinho, com um bico do tamanho do Monte Everest no rosto. Fingi que não vi, ou que nem liguei e continuei do mesmo jeito.

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Oi gente... bom, se tem alguém aqui que lia Be Alright, eu vou postar um aviso depois de postar esse capitulo. E se alguém tiver alguma duvida sobre isso ou sobre Don't Forget mesmo, meu twitter @littlebelieb3r e meu ask.fm @jdbiebernutella. Xoxo.
Respondendo:
Izabela: vlh, eu sinto mt a falta do Nyah. E tipo, tudo era bem mais fácil lá ='( E obg, amor. Awn Jazzy sempre fofa kk Xoxo.
Beatriz: obg, amor :3

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Be Alright (21) - Namorado


Guardei meus livros e ele não falava nada, só ficava me olhando. Suspirei.
– Que foi, Matt?
– Não quero ficar mal com você.
– Então não me beijasse, né!
– Eu não consegui me segurar, e já pedi desculpas.
– Só deixa eu fazer uma pergunta. A gente começou a conversar, ou discutir, sei lá, aqui. Por que me beijou lá no refeitório onde toda a escola podia ver, inclusive o Justin? - Ele olhou assustado pra mim.
– Por… n-na-a-da ué. E-u tentei me s-segurar, mas não consegui. Já-á te falei.- Ele falou impaciente e, claro, gaguejando. Tá escrito “trouxa” na minha cara? Resolvi não responder e deixar ele falando sozinho. Tava indo pro refeitório quando a vadia loira de ontem, acho que é Rebecca o nome dela, veio falar comigo.
– Quem diria. A boazinha, quietinha e santinha traiu o Bieber.
– Ficou louca, garota? Quem te disse uma asneira dessa?
– Eu e o colégio vimos ontem.
– Para de adubar o mundo com a boca. Qualquer pessoa viu que ele me beijou a força.
– Não é o que eu diria, eu vi o que aconteceu.
– Então você é cega. E isso não tem nada a ver com você. Para de encher o saco.
– Imagino quando seu namorado ficar sabendo das suas conversas com o Matt.
– Que conversas? - Falei rindo.
– Na frente do seu armário. – Ela falou de braços cruzados e eu ri mais ainda.
– Garota, a gente tava discutindo. E não precisa fazer fofoca. Eu mesmo conto as coisas pro Justin.
– Sai de lá deixando ela falando sozinha também. Cheguei no pátio, sentei junto com a Mari, que tava junto com mais umas pessoas que eu não conhecia. Como ela tava conversando com eles, liguei pro Justin.
*Ligação on*
– Oi amor.
– Oi Mel. - Ele disse com voz rouca de sono.
– Desculpa por te acordar.
– Tudo bem. Como foi hoje?
– Chato. - Eu sabia que ele tava perguntando também sobre o Matt. Fiquei um tempo, não muito, em silencio e falei. - O Matt veio falar comigo hoje.
– O que ele queria? Não te beijou de novo não, né? - Ele falou já com voz de irritado.
– Não, amor. Ele veio pedir desculpas, mas não aceitei. E tua amiguinha também veio encher o saco.
– Rebecca?
– Essa vadia mesmo. - Justin riu fraco.
– O que ela queria?
– Falar que eu trai você ontem no pátio. E disse que ia fazer fofoca pra você que o Matt tava falando comigo hoje. Falando o cassete né. A gente tava discutindo. Foi o que eu te contei.
– Relaxa. Ela não sabe onde eu moro, não tem o meu telefone. Só me ve na escola e olhe lá, porque sempre ando com você. Ela não ia falar nada. E mesmo se falasse, eu vi o que aconteceu. Não sou cego. - Sorri. - Amor, vou voltar a dormir, se não se importa.
– Tudo bem. - Falei ainda sorrindo. - Mas sonha comigo. - Ele riu.
– Sempre. Beijo.
– Beijo.
*Ligação off*
Enquanto a Mari conversava com o povo que tavam sentados com a gente, eu só observava o “movimento”. Tocou o sinal e fomos pra sala. Tédio total. A ultima aula era com o James e com o Matt. Eu realmente espero que nenhum dos dois venha falar comigo. Mas como sou uma pessoa de muita sorte, quando tocou o sinal e eu tava arrumando minha bolsa ainda na sala...
– Oi Melzinha.
– Mas que intimidade é essa, James?
– Somos amigos.
– Desde quando?
– Desde que eu te ofereço carona.
– Oferecia. E eu não pedi nenhum dos dias. – Matt tava do lado dele e ficava olhando pra mim.
– Você tem que ser mais educada, Mel. Nem aceitou as desculpas do meu amigo. E olha que ele te pediu várias vezes. - Essas "várias" foram 2... '-'
– Você tem merda na cabeça, né James? Você e a escola inteira sabem o que ele fez. E ficou muito claro que foi pra incomodar o Justin. Não gosto desse tipo de coisa. E se toda vez que ele fizer algo, for pedir desculpas, fica ruim, não acha? E eu canso de ser sempre boazinha. – Falei a ultima frase com um sorriso irônico.
– Achei que você fosse diferente, Mel.
– Matt, por favor. De novo não. Mas só por curiosidade, diferente em que? Eu só mudei com você pelas merdas que você tava fazendo.
– Você descobriu as merdas do Bieber e continua com ele.
– O caso dele é bem diferente. Ele nunca fez nada contra mim. E nem contra as pessoas que eu gosto.
– Mas como sempre, pra você eu to errado.
– Ok, já que quer jogar na minha cara que eu não quero te desculpar e se passar por bonzinho. Vou te dizer uma coisa, colega. Desde o dia que cheguei aqui não me falaram bem de você. E não pense que foi o Justin, porque ele não me fala de você. Alias, ele tá pouco se fudendo pra você. E mesmo assim eu parei de falar contigo? Eu ignorei tudo o que falaram de você pra mim, Matt. Ai o que você faz? Por causa de uma briguinha sua com o Justin, fica me evitando e depois me beija a força. E ainda quer que eu te perdoe? Desculpe se não tenho paciência pra merda que eu nem tenho a ver. – Ele ficou parado me vendo sair da sala e o James foi atrás de mim.
– Na primeira vez que te vi, pensei que tu era mais calminha. – Eu não falei nada e abri meu armário, guardando os livros. – Tua briga é com o Matt, não comigo.
– To cansada e ele me irritou, James. Só quero ir pra casa. Tchau.
– Se quiser, eu te levo.
– O Justin já deve tá ai fora me esperando.
– Mas ele não te deixa um segundo. – Ele falou rindo e de um jeito amigável. Ao contrário de mim, que tava com cara de poucos amigos.
– Ele só cuida e se preocupa comigo.
– E o que iria acontecer até a sua casa?
– Você ir atrás de mim. – Ele ficou me olhando um pouco assustado.
– Como? – Ai eu percebi o que falei. PUTA MERDA! Eu e minha impulsividade.
– Nada, James.
– Não, agora eu quero saber o que ele te falou.
– Nada, já falei.
– Melissa, sério, o que ele te falou? – Eu não respondi e ele foi me seguindo até a porta do colégio. Vendo que eu não ia falar nada, ele segurou meu braço. – To falando sério, me conta.
– Mas que caralho, James. Deixa a menina em paz. – Ouvi o Justin berrar já saindo do carro. James me soltou e eu entrei.
– O que ele tava querendo contigo? – Justin perguntou já dirigindo.
– Ele queria que eu contasse uma coisa pra ele.
– Que seria...
– Ele perguntou porque você sempre “tá atrás de mim”. E eu acabei falando demais.
– Falou o que?
– Falei que você só se preocupa comigo e que você tinha medo dele fazer algo comigo.
– Me desculpa, Mel, mas você é lenta, hein.
– Hey! – Ele riu. E eu dei um tapa no seu ombro. – Não tem graça. – Falei fazendo bico.
– Só falei a verdade, amor.
– Vai almoçar em casa?
– Não, vou pra minha. Tenho que arrumar umas coisas lá.
– “Dono” de casa?
– Moro sozinho, né, amor. – Ele falou sorrindo. Justin me deixou em casa e seguiu pra casa dele. Hoje minha mãe iria almoçar em casa. Quando eu entrei, ouvi risos da cozinha e vi que minha mãe tava falando no telefone. Achei que era meu pai, mas ela falou o nome de um homem que eu não conhecia. Ela desligou.
– Oi mãe. Achei que você tava falando com o meu pai.
– Por que?
– Por causa dos risinhos. – Falei rindo e minha mãe sorriu sem graça.
– Não, filha, seu pai é só meu amigo. E vamos almoçar fora. Se troca lá pra gente ir.
– Tá bom. – Tomei um banho mega rápido, me arrumei e desci.
– To pronta.
– Então, vamos. – Fomos até um restaurante que ficava um pouco longe da minha casa, na verdade, eu nem sabia da existência desse restaurante. Chegando lá, a tiazinha da recepção perguntou se tinha reserva e minha mãe disse que já tinha alguém nos esperando. Ela falou que o nome da pessoa era John. Mas quem é John? Chegamos em uma mesa que tinha um homem, mais ou menos da idade da minha mãe, e bonito até.
– Mel, esse é o John, meu namorado. John, minha filha, Mel.
– Oi. – Ele falou e eu dei um sorriso. Tipo, namorado ‘-‘. Minha mãe tem que voltar a me contar as coisas. Fizemos o pedido e eles ficaram conversando. Eu sobrei de novo. Falei que ia até o toalete e eles assentiram. Escutei minha mãe falar algo como “ela se acostuma” e eu tava um pouco pensativa. Ok, muito pensativa. Tudo bem, minha mãe era livre, nova e linda. Ela tem todo o direito de namorar e ser feliz, mas eu preferia que ela tivesse me contado antes, pelo menos no caminho até aqui, e não me pegar de surpresa. Mas tudo bem, ia engolir isso pela felicidade da minha mãe. E não vou ficar com ciuminho que nem fiquei com o meu pai. Não gostei dele de primeira e agora acho que podemos, com calma, nos dar bem. Mas se ela fosse namorar alguém, eu jurava que seria ele. Voltei pra mesa e os pedidos tinham chego. Comemos e conheci mais o meu padrasto. Ele trabalha com a minha mãe e é 2 anos mais velho que ela. Acho que ele é rico, mas não ia perguntar né rs. Ele pagou a conta e estávamos indo embora. O carro dele chegou primeiro e era uma BMW. Nossa, que “simples” ‘-‘. O manobrista trouxe o carro da minha mãe e fomos embora.
– Por que não me contou antes?
– Do jeito que foi com teu pai, achei que ia voar no pescoço dele.
– Nossa, que horror! – Falei rindo. – Sua exagerada. Não ia fazer isso. Mas fala ai, mãe. Se deu bem. O cara tem um carrão e é bonito.
– Mel! – Eu ri.
– Ele faz o que lá na empresa?
– Ele é meu chefe.
– Wow. – Ficamos o caminho todo conversando. Minha mãe me deixou em casa e depois foi trabalhar.

Don't Forget (28) - A culpa não foi minha

~Emily on~
Acordei no outro dia e fiquei um tempo deitada na cama perguntando o porquê da minha dor de cabeça. Aí lembrei o que o canalha fez ontem e que eu tava chorando. Toda vez que eu choro fico assim, com uma dor de cabeça dos infernos. Liguei meu celular e tinha dezenas de ligações dele, e juro que tinha mais de 60 mensagens.
“Emi, juro que não tive culpa. Deixa eu te contar o que aconteceu.”
“Juro que não tive culpa.” OH REALLY? Mas tem piores ainda...
“Eu não te trairia. To falando sério.”
“Eu te amo. Confia em mim.”
Enfim, todas são mais ou menos assim. Não respondi nenhuma e nem iria responder. Tinha também uma mensagem na caixa postal. Claro que era dele. Coloquei pra eu ouvir.
“- Emily! Pelo amor de Deus atende esse telefone. Pra onde você foi? E foi um mal entendido. Deixa eu te explicar, por favor! Me retorna.”
Ignorei novamente e peguei uma roupa pra tomar banho. Saí, me troquei e terminei de arrumar minha mala. Bateram na porta e eu pedi pra entrarem.
- Emily, toma café antes de ir.
- Não precisa, Pattie. Eu como pelo caminho.
- Mas de jeito nenhum. Não vou deixar você com fome. – Sorri e ela sorriu de volta. Descemos e fomos em direção à cozinha. Nos sentamos e começamos a comer. Depois de uns 5 minutos, o Justin, praticamente, brota na cozinha. Ele cumprimentou todo mundo e parou na minha frente.
- Você vai embora agora? – Fiz que sim com a cabeça. – Só, por favor, deixa eu falar com você antes. – Olhei pra ele.
- Deixa eu terminar de comer. – Ele sorriu e sentou do meu lado. Com tantos lugares na mesa e onde ele senta? Do meu lado. Bacana ele... Terminei de comer normalmente e ninguém falou mais nada na mesa. Terminei e levantei da mesa indo em direção ao quarto. Ele foi atrás de mim. – Te dou 5 minutos. – Disse quando ele entrou no quarto. Ele suspirou, sentando na cama.
- Emily, eu não tive culpa. Juro pra você. Agora que as coisas finalmente tão dando certo, você acha mesmo que eu ia fazer isso? – Arqueei a sobrancelha olhando pra ele.
- Hm. – Ele bufou.
- Eu to falando sério.
- E você acha que eu to brincando?
- Sinceramente, parece.
- Eu não sei do que as pessoas são capazes.
- Você disse que confiava em mim.
- Confiança desgasta.
- A culpa não foi minha! Entende isso, por favor. Eu nem sabia que ela ia pra lá. Eu já tava saindo do quarto quando ela me beijou.
- Por que eu não consigo acreditar em você. – Bacana... comecei a chorar de novo.
- Eu sei que eu errei várias vezes. Mas agora eu não mentiria pra você. – Senti dois braços me envolvendo. – Eu juro. – Ele disse no meu ouvido. – E não chora. Por favor. Odeio te ver chorando. – Saí do abraço dele.
- Eu vou embora, Justin. – Olhei pra ele e ele tava chorando também. Ele suspirou e eu fui em direção a minha mala.
- Fica pro aniversário da Jazzy, pelo menos. Por ela, não por mim.
- Tá. Por ela. Que horas vai começar lá?
- Umas 20h00.
- Vou tá lá. – Disse e fui em direção a porta com a mala.
- Onde você vai?
- Pra um hotel. Ou você achou que eu ia ficar aqui? – Ele não respondeu nada e eu sai. Fui pra um hotel que tinha perto da casa do pai do Justin. Seria mais fácil ir pra festa da Jazzy depois. Deixei minha mala no quarto e fui até um shopping que tinha lá perto comprar um presente pra ela.
Comprei um castelo da Barbie pra ela, já que eu não sabia o que comprar e não vi um no quarto dela. Depois fui comer alguma coisa. Fiquei pensando sobre mais cedo na casa dos avós do Justin. Eu não sei como consegui afastar ele de mim. Eu juro que queria, mas não consigo acreditar nele. E poxa, fazia um dia que a gente tinha voltado. Não que eu duvidasse do amor que ele fala que sente por mim, isso eu não poderia fazer. Mas já vi várias pessoas traírem as pessoas que amam, e o Justin já deu muita mancada comigo, então...
Não que eu nunca tenha errado com ele. Não sou perfeita. Lógico que já errei em algum momento, mas eu seria incapaz de fazer isso com o Justin. E se ela ficou com a Shay alguns anos atrás só porque eu ia embora, porque ele não ficaria com a Selena agora?
Enfim, terminei de comer e voltei pro hotel. Embalei o presente da Jazzy, porque acho horrível o papel de presente que as lojas usam, coloquei o celular pra despertar, e dormir um pouco. Deu 18h30, o celular apitou o alarme e eu fui me arrumar.
Cheguei na casa do Jeremy e já tinha bastante gente.
- Oi Emily.
- Oi Erin. Cadê a Jazzy?
- Ela tá lá em cima. Pode ir lá.
- Obrigada. – Disse e sorri. Fui em direção ao quarto dela. Bati na porta. – Jazzy? – Abriram a porta e eu olhei pra baixo deixando o embrulho encostado na porta. – Oi princesa.
- Oi. – Ela disse sorrindo e eu me abaixei, dando um beijo na bochecha dela.
- Olha o que eu trouxe pra você. – Entreguei o embrulho pra ela. Na verdade, eu levei até o meio do quarto e deixei ela abrir. Era quase do tamanho dela o troço. Ela abriu a boca num perfeito “O” e veio me abraçar.
- Como se diz, Jazzy? – Uma voz rouca veio da porta.
- Obrigada. – Ela falou e beijou minha bochecha.
- De nada, princesa. – Olhei pra porta. Ele tava lá parado. Olhei pra Jazzy de novo. – Quer brincar agora?
- Quero. – Ela disse ainda sorrindo. Comecei a brincar com ela afinando a voz pra fingir que era a voz da boneca. Ficamos um tempinho brincando e ela largou a boneca vindo até mim. – Emi, como é ter dodói no coração? – Olhei confusa pra ela.
- Como assim, pequena?
- As vezes eu faço dodói na cabeça, no braço, na perna, mas não sei como é no coração.
- Com o tempo você entende.
- Deve doer muito, porque o Boo Boo tava chorando hoje. Aí eu perguntei o que era e ele disse que tava com dodói lá. – Arqueei uma sobrancelha e olhei pro Justin, que ainda tava encostado na porta.

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OLÁÁÁ. Desculpem postar essa hora, mas o capitulo ainda nao tava pronto mais cedo e sai com a minha irmã tbm. Xoxo :3
Respondendo:
Beatriz: awnnn :3 Obg amor.
Izabela: já imaginava q era vc mesmo kkk E claro q lembro ú.u Da sua recomendação linda, mas o Nyah fez filha da putagem comigo né ='( Xoxo :3